terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Produção Escrita - A Crónica

Começou na segunda-feira passada, quando tive a grande ideia de dar conselhos gratuitos para todos aqueles que não sabem andar como gente normal e que têm a maravilhosa mania de andarem como se não tivessem a capacidade de se desviarem, acabando por empurrar as pobres pessoas que passam por eles.
Esta sexta-feira, tive a ótima experiência de sofrer um atropelamento, por uma dessas pessoas que a capacidade de desvio é bem limitada, deixando-me preocupado, pois, ao longo deste mês, tem-se verificado um aumento dessa incapacidade, podendo até mesmo criar grandes lesões em indivíduos distraídos que, de repente, são empurrados e caem no chão, aleijam-se nas costas, sendo obrigados a irem para o hospital. E depois, a culpa é delas mesmas, porque como quem empurrou tem um defeito de fabrico, não tem culpa do outro estar distraído.
Por outro lado, se várias pessoas dessas, andarem umas ao lado das outras, poderão vir-se a tornar na próxima Muralha da China… Ou quem sabe, talvez possam ser contratados pelas tropas americanas, para combater o terrorismo, empurrando ainda mais gente para o chão.
De qualquer forma, digo-vos: vocês que têm a mania de empurrar, podiam aproveitá-la para, em vez de empurrar pessoas, empurrar Portugal para a frente!

Tomás Gonçalves, nº27, 8ºA

Produção Escrita - A Crónica

Escrita Criativa- Cristo Rei

Os sorrisos, gargalhadas, realmente ajudam, as piadas também, mas há sempre aquela tristeza que não consegue, nem com todos os motivos, desaparecer de uma vez por todas!
Mas ontem, ontem ela sorriu de verdade, e acreditem, era coisa que ela já não fazia há bastante tempo. A preocupação que ele demostrou, talvez tenha sido essa a razão, sinceramente não é essa a parte que interessa, o que interessa realmente é que foi ele que a fez sorrir. Deve significar algo, pura coincidência é que não é, com certeza.
Por vezes, gosto de pensar no amor como um puzzle complicado, algo difícil de resolver, mas não impossível, ela também devia acreditar nisto. Como é possível achar-se que o amor não existe?
Realmente, depois do que se passou, da última vez, à custa deste tal amor, é natural que seja mais fria, mas tenho quase a certeza que também ficou mais inteligente. Este amor ainda tem tanto para dar e lhe ensinar, não se pode perder a esperança apenas por ter encontrado um obstáculo, há que escalá-lo, passar-lhe por cima! Dar cabo dele! E como se diz, a esperança é sempre a última a morrer.


                                                                        Sofia Santos (Escrita Criativa- Cristo Rei)

Escrita Criativa- Cristo Rei


Estava eu, aqui entre terra, mar e céu…A observar mil e umas coisas, e a saborear este espaço tão maravilhoso.
O sol iluminava a minha cara, o vento fazia bailar o meu cabelo e tu fazias-me sonhar...
Olhava para o céu, via as nuvens leves e brancas a passear, os carros a vir e a voltar nesta ponte tão vermelha e célebre. O espaço verde e luminoso envolvia-me com a sua simplicidade e clareza. Tudo parecia uma enorme pintura.
Contudo, a única coisa que podia inspirar-me eras tu e somente tu...Estavas bem longe de mim, a esperar-me na outra margem deste rio, entre as milhares de casas que te rodeavam.
Queria-te ver melhor, mas não conseguia, a minha única solução era imaginar-te na minha mente.
Queria ir ter contigo, contudo não podia, não tinha nada que me pudesse levar até ti. Pensava em mil e umas formas para alcançar o meu objetivo, porém não conseguia. No entanto, ao observar os pequenos pássaros e os insetos que voavam entre as flores amarelas, pensei numa maneira absurda para sair daqui.
Essa maneira, era simplesmente um verbo curto, com um significado simples e claro. Certo, era uma coisa perigosa, mas não podia voltar atrás, tinha de o fazer.
Sacrifícios,  já fiz muitos, mas este era por um único sentimento, o esplêndido e doloroso amor.
Então, assim foi, saltei por trás deste gradeamento, respirei profundamente...Atirei-me e voei...


Laurine 8°A (Escrita Criativa- Cristo Rei)

Fevereiro

FRASE DO MÊS

"Há palavras que nos beijam como se tivessem boca..." ( Eugénio de Andrade)



Lisboa antiga, um caminho, uma história…

No dia 3 de novembro,

Nós, 8ºA, fomos até Lisboa no âmbito da disciplina de história. Foi fantástico! Adquirimos vários conhecimentos e curiosidades sobre Lisboa antiga, local onde viveram os nossos antepassados. Fomos acompanhados pelas nossas professoras Patrícia Gomes, de geografia e Sónia Gonçalves, de história e ainda tivemos o privilégio de ser acompanhados por um guia que nos explicou e esclareceu todas as nossas dúvidas atenciosamente. Foi muito divertido!
 

 

 
 


 

Um olhar por Lisboa

No dia 3 de outubro,


Nós, 8ºA, tivemos uma experiência diferente! Fomos até ao Cristo Rei para realizar uma atividade da disciplina de português. O objetivo era escrever um texto inspirado na grandiosa e luxuosa cidade de Lisboa. Passámos um bom momento todos juntos, divertimo-nos, inspirámo-nos e de dentro de nós, textos maravilhosos surgiram.